Francesca Romana Rivelli (ou Ornella Muti) …
… começou cedo…
… e foi protagonista de (muitos) amores loucos.
Hoje é uma mamma…
… que se desespera com o (bom) comportamento da filha.
Estranho, a quem a filha procura imitar? E por que brigam (ou disputam)?
É que esta, quando vê a beleza daquela…
… procura descobrir se herdou algo. Mas tudo também acontece no sentido contrário.
Quando concluem que a mãe (filha) é imbatível, fica(m) revoltadinhas…
Ornella fica mais na sua.
Experiente, sabe do que Naike Just-Do-It precisa.
Com fingido enfado, assiste,…
… a agitação de Naike.
Porém, depois, como uma qualquer mamma,…
… volta a achar a filhota um doce.
Zomba dela…
… esperando que se acalme, …
… coisa que não ocorre.
Pois algumas duplas de mãe e filha são muito complicadas.
























on Feb 6th, 2010 at 12:47 pm
INTERLOCUÇÃO
by Ramiro Conceição
Nunca,
na humanidade,
houve tanta necessidade
de interlocução franca, livre,
mas essencialmente lúcida,
entre o “eu” e o “outro”.
Nunca,
tanta prioridade houve
à democracia
na busca de verdades
que, embora efêmeras,
alicercem a política
entre as diversidades.
Nunca,
tão premente
o diálogo:
entre pais e filhos;
marido e mulher;
gays e lésbicas;
público e privado;
países grandes
e pequeníssimos;
entre as religiões;
entre a poesia
e a engenharia
entre cientistas
e teólogos;
entre artistas
e filósofos.
Nunca o tempo
foi tão pequeno
entre a grandeza
e a nossa pequenez.
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